Abri o ventre da hora, e nada.
Por o abrir, adivinhava o vazio:
A hora que frutifica já frutificou.

Então, salvava o silêncio infértil
E os encontros vãos. Era a hora
Trabalhada, mais que memória:

O pulso da lucidez na carne.
Sem nova florada, intoxicados
De desesperança, caminhamos.

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