Jurupoca Extra — Carta de Quarentena #04

Edição Extra de Quarentena N° 4 — BH, Minas dos Matos Gerais, 23/04/2020

Peça de 2012 do artista britânico Luke Jerram, que integra o projeto Glass Microbiology, iniciado em 2004. A iniciativa inclui a criação de esculturas e instalações com a representação de vírus e outros organismos. Jerram é também professor visitante na Faculdade de Saúde e Ciências Aplicadas da Universidade do Oeste da Inglaterra. Neste breve vídeo, ele apresenta um modelo científico da Covid-19.
 

Opa!

Saudade de Gal, saudade de Caetano, saudade de Chico Anysio, saudade de Arnaud Rodrigues, saudade da Bahia, tá sabendo?, saudade de mim… Endoideço, alopro? Pode ser.

Já parou pra ouvir atentamente A bossa nova é foda, faixa do Abraçaço (2013), CD e vinil do Caetano?


Dou um bordejada na segunda estrofe, procurando entender, entre colchetes, as alusões. Você sabe, o cancioneiro caetânico amiúde é enciclopédico, basta lembrar de uma canção como Estrangeiro.

Para quem se interessar por um estudo caprichado da letra e música de A bossa nova é fodaeste artigo no Art Research Journal de Fausto Borém, professor titular da Escola de Música da UFMG. Transcrevo a letra como a vejo no encarte do vinil que tenho à mão.

“O MAGNO INSTRUMENTO GREGO ANTIGO [A lira, o instrumento, e também o Lyra, Carlinhos, um dos criadores da Bossa Nova, 81 anos no próximo dia 11.]
DIZ QUE QUANDO CHEGARES AQUI
QUE É UM DOM QUE MUITO HOMEM NÃO TEM
QUE É INFLUÊNCIA DO JAZZ [O Lyra, duplamente. Alusões às bossas Maria Ninguém, gravada pela Brigitte Bardot e à deliciosa nomeada, também um samba-jazz metamusical e metatextual pra ninguém botar defeito.]
E TANTO FAZ SE O BARDO JUDEU
ROMÂNTICO DE MINNESOTA, [Bob Dylan, óbvio]
PORQUEIRO EUMEU
O RECONHECE DE VOLTA A ÍTACA: [Argos, o cão de Ulisses na Odisseia, envelhecido e abandonado numa estrumeira, é o único a reconhecer o dono de volta à ilha natal, depois de muito guerrear. O porque/porqueiro é uma jogadinha semântica de alto gabarito.]
A NOSSA VIDA NUNCA MAIS SERÁ IGUAL
SAMBA-DE-RODA, NEO-CARNAVAL, RIO SÃO FRANCISCO,
RIO DE JANEIRO, CANAVIAL, [Caetano situa os polos geográficos da Bossa Nova entre a Bahia e o Rio de Janeiro.]
A BOSSA NOVA É FODA.”

E opa!, por fim.

Endoideço, alopro?, pergunta a razão que resta. (O pneumático e a esmerilhadeira seguem furiosos na vizinhança, no tal laboratório de que falei, com sua música demolidora).

Terça-feira (21) de manhã vou às compras de víveres, pensando num estrogonofe, aliás. Encontro o Belo ainda mais vazio e calado.

Não dera pelo feriado do mártir (“Que tempos medonhos chegam,/ depois de tão dura prova?/ Quem vai saber, no futuro,/ o que se aprova ou reprova? De que alma é que vai ser feita/ essa humanidade nova?”, questionam os versos do Romanceiro, da Cecília).

Aí, Afonso Pena e Ceará, dou com carreata e buzinação. Verde-amarelos desfilam em nome da foice e da caveirinha, do golpe e da morte a galope. Viro de costas aos gabinetes do ódio sobre rodas. Mas a coisa me faz mal, a você, não?

Vou ao fundo do poço. E meu grito lixava o céu seco (a seguir com o Caetano).

Livre-manifestação aquilo, tal assombração às dez horas da manhã? Patavina. “Não é política isto que se pratica, hoje, no Brasil, a partir do desempenho do presidente da República”, diz no Estadão a colunista Rosângela Bittar.

Amargou-me o dia e, à noite, me custaria “espremer as clássicas papoulas”, no dizer do Machado. Dormiria mal, sonharia mal.

Tempos demenciais, pensei.

Antes da saída do ministro Mandetta, Fernando de Barros e Silva disse no Foro de Teresina que o Jornal Nacional fazia o verdadeiro papel de um Ministério da Saúde, tal a omissão do governo federal. Apois.

O novo ministro não deu as caras por três dias, enquanto se preparava a nomeação de mais um general, enquanto víamos covas coletivas sendo abertas em Manaus.

Eu que não cria em golpe e já começava a balançar, por dormir com essa.

Na quarta (22) recobrei um pouco o ânimo ao abrir O Globo digital e deparar a manchete: “Merval Pereira: Generais recusaram convite de Bolsonaro para ir a ato em Brasília no domingo”.

Pois é com a alma lavada e enxaguada na aflição (apud Odorico: “Pra frente, Sucupira!”) que te envio este apanhado de leituras e audições e sessões de TV na forma de notinhas e notões.

Bittar
Empenho a recomendação acima da veterana jornalista Bittar, no texto citado e enlaçado. “Jair Bolsonaro transcendeu a política, e a crônica não pode usá-la como régua para medir a extensão do atual desastre imposto ao País”, ela anotou, e, ainda: “Espera-se sempre pela próxima atração presidencial que só não é circense porque o circo se dá ao respeito. Uma performance vai superando a outra. Já se sabe que recuará se o seu teatro do absurdo extrapolar a medida. No dia seguinte, nova insanidade. E assim se passaram 16 meses.” Dezesseis meses de inferno (astral e austral) no quinto círculo, aquele reservado aos irados e rancorosos, conforme o relato dantesco, acrescento por minha conta.

A esfinge
O artigo de Miguel Lago é o o melhor da Piauí deste mês, ainda que traga umas exagerações. Em Uma esfinge na Presidência, o cientista político diz que a era da internet produziu a hiper-história, uma ideia que me pareceu iluminadora no entendimento das sociedades hiper-conectadas. O artigo remete a um conceito do filósofo Luciano Floridi, da Universidade de Oxford, para quem em nossa era, transitiva entre a história e a  hiper-história, “não há mais distinção entre o real e o virtual, entre o offline e o online, e as pessoas já não confinam tanto nas instituições, mas nos perfis das redes sociais”.

Pneumonia insidiosa
Um médico intensivista com 30 anos de labuta narra no The New York Times sua experiência como voluntário num hospital de Nova York, o Bellevue, atendendo a pacientes graves com Covid-19. O doutor Richard Levitam descreve os quadros de pneumonia insidiosa com hipóxia silenciosa desencadeados pelo vírus (pulmões já comprometidos dão um jeito, por assim dizer, de manter uma respiração normal, no início da infecção, antes de a doença se agravar). Ele estimula o uso de oxímetros de pulso pra monitorar a saúde de quem, em casa, apresente sintomas leves da dita cuja, facilitando um possível diagnóstico precoce. Esses aparelhos, que medem a oxigenação sanguínea, saem por volta de 150 reais e podem ser encontrados em qualquer farmácia. É, preciso, claro, uma orientação sobre os níveis normais de oximetria.

Remédios e vacinas não caem do céu
A entrevista mais esclarecedora que li sobre a dificuldade de se chegar a um novo medicamento, contra vírus ou bactéria, ou a uma vacina eficaz, foi dada à Folha por Derek Lowe, doutor em química orgânica pela Universidade Duke, nos EUA, um colunista do site da Science Translational Medicine, braço da revista Science. Lowe se dedica à leitura dos mais novos artigos científicos sobre remédios no combate à peste corrente.

Gente e morcego
David Quammen
, veterano jornalista norte-americano de divulgação científica, é autor de Spillover: Animal Infections and the Next Human Pandemic (2012). A edição espanhola, intitulada Contagio – La evolución de las pandemias, sai agora, com a Covid-19 a realizar as previsões do livro. Nesta entrevista ao El País, o escritor diz que a “pandemia é uma oportunidade terrível para educar, para entender nossa relação com o mundo”. Explica que morcegos são mamíferos sobrerrepresentados na naturezas e, assim, anfitriões naturais de vírus ameaçadores. Os bichos, quirópteros, vivem muito, 18 ou 20 anos, e bem juntinhos, habitando cavernas e florestas em colônia multitudinárias. Quammen ainda comenta:

“Os humanos somos mais abundantes que qualquer outro grande animal na história da terra. E isso representa uma forma de desequilíbrio ecológico que não pode continuar para sempre. Em algum momento haverá uma correção natural. Acontece a muitas espécies: quando são demasiadas abundantes para os ecossistemas, lhes ocorre algo. Ficam sem comida ou novos predadores evoluem para devorá-los. Pandemias virais interrompem, por exemplo, explosões de populações de insetos que parasitam árvores. Aí há uma analogia com os humanos”

P. Somos como esses insetos?
R. Não. Somos muito mais inteligentes que os insetos selvagens. Devemos ser capazes de perceber o que nos acomete e transformar o choque em um reajuste em nossa maneira de viver neste planeta.”

Bach Brasil 1
Disse aqui que quem não vive sem música não vive sem Bach. Esta semana chegou ao streaming (exclusivamente, por enquanto) mais uma gravação do incansável André Mehmari, pianista que nada como peixe nas águas da música erudita, do choro, da canção popular e do jazz. Conversas com Bach é o nome de seus duos com Emmanuele Baldini, primeiro-violino da Osesp há 16 anos. Reúnem as peças que os dois tocaram na Universidade de Toronto, no Canadá, no início do ano e antes da pandemia, incluindo versões da Chacona e duas sonatas para violino e baixo contínuo. Mas é nas seis partes das Conversas com Bach que ouvimos citações de Cartola e Pixinguinha e, por certo Villa-Lobos, entrelaçados a linhas de Bach, nessas composições de Mehmari.  “É uma peça que traz um passeio pela mente e o coração de Bach, dialogando com outras músicas, outros rios de música (lembrando que Bach em alemão é riacho, rio), inclusive música brasileira, leia-se choro, a canção e, evidentemente, a música de Heitor Villa-Lobos, o brasileiro que de maneira mais evidente e mais genial reverenciou a música de Bach, com as suas Bachianas”, relata o próprio Mehmari neste mini-doc.

Bach Brasil 2
Irineu Franco Perpétuo
, neste artigo da revista Concerto, explica que as ditas seis peças das Conversas formam uma suíte em seis movimentos com 17 minutos de duração (Ária Brasileira, Reza, Scherzo Digitale, Alla Siciliana, Introduzione, Animato), “moldada dentro da típica ‘poliestilística’ mehmariana  […], que os instrumentistas executam com um prazer que transparece a cada instante”.

Bach Brasil 3
E tem mais. Ao comentar essas gravações, Franco Perpétuo me repôs na ordem do dia A consciência de Zeno, o romance de Ítalo Svevo (1861-1928) que li no comecinho do ano passado, a preparar uma viagem a Trieste. Helahoho! helahoho! É que o  italiano Baldini também é natural de Triste, e na história de Svevo há uma trepidante passagem alusiva à Chacona BWV 1004, incluída em Conversas com Bach. Guido, cunhado e rival de Zeno, interpreta a peça ao violino solo com grande brilho. Zeno se contorce de inveja mas não resiste à maravilha que ouve. “Jamais, nem antes nem depois, voltei a ouvir daquela maneira a beleza de uma música nascida de quatro cordas como uma estátua de Miguel Ângelo de um bloco de mármore”, compara o atormentado personagem. Zeno sofre com a destreza de Guido (esperava, lemos umas páginas antes, que Guido “não passasse de um mero arranhador de cordas”). “Eu protestava, e Bach seguia seguro como o destino”, ele anota sobre a noite do sarau e, em seguida: “a música se transformava em vida, luz e ar” (tradução de Ivo Barroso).

Dylan
Estaremos insensíveis ao que é culturalmente relevante, à manifestação mais significativa da arte? Sugeri a muita gente uma novidade de Bob Dylan e, olha, passou batido. Pena. Depois de Murder Most Foul, um poema-canção de 17 minutos repleto de imagens que riscam o ar e livram memórias (sinapses num céu verde malva, como as imagino), o bardo judeu romântico de Minnesota nos dá I Contain Multitudes. Novamente meu entusiasmo mereceu melodiosa indiferença dos amigos. Não esperava por isso, mas não desisto. Como o jornalista e romancista italiano Sandro Veronesi no Corriere della Sera, trocadilhando no título, digo que “as flores estão morrendo, mas Dylan nos consola”. «Today, tomorrow, and yesterday too/ The flowers are dyin’ like all things do». Assim começa a nova canção num “Do maggiore aperto, luminoso, pizzicato alla chitarra”. “Para mim, aos 61 anos, é uma verdadeira madeleine, ou se queremos manter as proporções, uma bicada no ratatouille preparado pelo ratinho: um vórtice, e cá estou, há quatorze anos, a rasgar o celofane de Pat Garrett e Billy the Kit, a pôr o disco no prato e ir diretamente à faixa 2 do lado 2: Sol, Ré, Lá Menor; Sol, Ré, Do; “«Mama, take this badge off of me/ I can’t use it anymore…». Para Veronesi, essa segunda chamada do que pode ou não ser um novo álbum, é uma balada clássica. Se em Murder Most Foul o bardo anima um mundo morto-vivo, morto, como todo passado, mas ainda ao alcance da poesia e da música, ele agora busca Walt Whitman, Edgar Allan Poe, William Blake, Jack London, poetas, romancistas e aventureiros. Há referências ainda a Anne Frank, Indiana Jones, Rolling Stones, Beethoven, Chopin… «I’m a man of contraddictions/ I’m a man of many moods/ I contain multitudes», ouvimos no cantar grave e roufenho contido em nosso imaginário. Sou um homem de contradições/ Um homem de muitos humores [ânimos, disposições]/ Eu contenho multidões.” O belo poema-canção do Prêmio Nobel parece ter sido feito com precisão e por precisão para os ouvintes, como costumam ser as obras de arte de valor. Quem de nós não conterá multidões? Cada qual que se sabe feito de amores, desejos e memórias filtrados por romances, poemas, filmes e canções.



Standards brasileiros no jazz
Persigo as listas diárias do Fernando Trueba no El País, Música para estos días, já recomendadas nesta Ju. Quando escrevo chegam a 38. Aí, o diretor de cinema elege nove faixas inquestionáveis, me parece, de grandes nomes do jazz, entre a legião que bebeu na Bossa Nova.


Clássicos com biquinho
A Universal compilou, creio que unicamente para o streaming, e lançou esta semana Work from Home whit French Classics, um fundo musical mais que oportuno para estes dias de quarentena com peças de Ravel, Fauré, Saint-Saëns, Bizet, Debussy e Cesar Frank.


Wallander
Reencontrei numa madrugada dessas os filmes (são longas-metragens com histórias acabadas) do inspetor Kurt Wallander, vivido por sir Kenneth Branagh, entre as séries da Claro vídeo — há algum tempo estiveram na Netflix; também tenho os DVDs, mas meu tocador kaputt est. Wallander integra meu breve cânone de séries. Retomei incontinente, pela quarta ou quinta vez, essas histórias tiradas dos livros de Henning Mankel (1948-2015). Não resisto à melancolia e à humanidade desse detetive, nem à interpretação de Branagh, ou à luz filtrada que desenha as paisagens suaves e frias da cidade portuária de Ystad, próxima a Malmo, na Suécia, onde planejava ir, sob influência dessa série e também de A Ponte, quando estive ali pertinho, a uma travessia de trem da dita desde Copenhague. Mas não foi dessa vez.

Montaigne e La Boétie
Volto a um volume de Os Pensadores, a coleção da antiga Abril Cultural, cheio de ácaros por sinal, para visitar um ensaio de Montaigne (1533-1592). É aquele onde o filósofo fala de sua grande e dedicada amizade por Étienne de La Boétie (1530-1563), cuja memória procura honrar. Lá está a passagem conhecida, bonita e imorredoura sobre o mistério do acaso que proporciona uma amizade que se confunde com nossa própria vida: “Se insistirem para que eu diga por que o amava, sinto que não saberia expressar senão respondendo: porque era ele; porque era eu. E mais do que poderia dizer, de uma maneira geral e no caso em apreço, intervém em ligações dessa natureza uma força inexplicável e fatal que eu não saberia definir” (tradução de Sergio Milliet). O Buarque tinha isso em mente, como o próprio nos conta, ao letrar sua Porque era ela, porque era eu, do CD Carioca (2006).

Liberdade e servidão
Descubro outro grande escritor por meio do El País, infelizmente longe da edição brasileira do jornal. O valenciano Juan María Arnau Navarro é um filósofo e astrofísico, vejo no pé biográfico. Voltei a Montaigne levado por ele, num comentário sobre o Discurso da servidão voluntária, clássico de La Boétie, cujas premissas considero um abra-te-Sésamo pra certos fatos da vida. O amigo-irmão de Montaigne diz no ensaio que renunciamos à liberdade facilmente, diante do medo que nos aprisiona e nos torna servis. “Sua originalidade é mostrar que, ao contrário do que se acredita, a servidão, aparentemente forçada, é um ato voluntário”, diz Arnau Navarro. “Ainda que um poder se imponha pela força das armas ou dos votos”, ou — ele acrescenta — “pela manipulação massiva de contas falsas de Facebook”, a dominação não se torna sustentável sem a colaboração ativa ou resignada de uma parte importante da população.

Joaquim Ferreira é foda
Joaquim Ferreira dos Santos
segura a gloriosa tradição da crônica, que é carioca por excelência. Autor de uma boa biografia do colunista Zózimo Barroso do Amaral, o Joaquim escreve coisas deliciosas como esta “Eu fui às ‘putaniscas’ com Garcia-Roza”, em O Globo, sobre sua amizade com o psicanalista e escritor morto este mês. Além do estilo tão próprio e culto, há nessa crônica um bônus para quem gosta de Copacabana.

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