Jurupoca #24

Uma imagem contendo comida, desenho

Descrição gerada automaticamente Belo Horizonte, 29 de Maio a 4 de Junho, 2020 — Carta 24


Laranja/fruta/luz e sombra; folhas/molusco-ponte e cores; natureza morta. A imagem é um nocaute estético. A memória envolve um ideal de beleza que a forma e a cor suportam (me acode um poema de Manuel Bandeira (ver nesta edição Alguma Poesia) sobre uma maçã: “Dentro de ti em pequenas pevides/ Palpita a vida prodigiosa/ Infinitamente”). Nocauteado, tomei emprestado a fotografia da norte-americana Caroline Tompkins, ao ver seu trabalho como ilustração de um poema de Lindsay Turner na revista The Atlantic.

Opa! Vamos apear?

Como anunciei, Jurupoca, na bica do primeiro aniversário, passa com este número a sair semanalmente. A carta incorpora as edições de quarentena, agora que o país começa a abrir.

Foram seis edições extras, em seis semanas. Delas mantenho as notas, pra facilitar a leitura, e as seções Intervalo Musical, Alguma Poesia e Na Galeria, além das últimas recomendações, agora mais abreviadas, no P.S. Espero que você aprove o formato.


Nossa liberdade! Anauê!
“Que os caras querem é a nossa hemorroida! É a nossa liberdade!” A ideia de liberdade que Sua Excrescência traduz com desembaraço na tremebunda reunião de 22 de abril me remeteu à sequência mais escatológica de Saló ou 120 Dias de Sodoma (1975), o insuportável filme de Pier Paolo Pasolini. Me refiro ao Círculo das Fezes, retratado em uma das fases do longa-metragem, uma fase que se revela no vocabulário (ao campo semântico, por falar nisso) e no pensamento vivo de (¡¡¹³)BolsonArgh(!!¹³), como na malta que cultua o “mito” e seu fascismo de segunda. Imagino que uma sessão de Saló no cinema do Palácio do Alvorada teria o sabor de uma comédia de costumes, com muita pipoca e bala, além de muitos e obrigatórios “Glória ao Pai”.

Milícias contra a imprensa
Arrp-lai- ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-rihrrrrrr… Ghi! Os ataques contra William Bonner são um sinal de que chegamos mesmo às redondezas espirituais da República de Salò — o governo fascista instalado nesta cidade do norte da Itália, em 1943, que inspirou o filme de Pasolini. No mesmo dia (26) em que a Globo repudiou a campanha de intimidações contra o âncora do JN, O Globo e a Folha de S.Paulo, os dois maiores jornais do país, anunciavam que deixariam a cobertura do Palácio do Alvorada. A decisão, incrível em um país que se queria democrático, foi tomada depois de continuados insultos e agressões cotidianos aos jornalistas que trabalham no local, perpetrados pelos fãs (fanáticos) do bolsonArgh!smo. Essa assombrosa trupe bate ponto diariamente em frente à residência oficial pra festejar seu Duce de quinta. Não muito longe dali segue acampada e armada a milícia “300 do Brasil”, um espécie de plantão do golpismo.

Resistência
O Estadão se manifestou em mais um de seus editorais de escol, Resistir é preciso, que já diz na largada:

“O presidente Jair Bolsonaro sente-se cada vez mais à vontade para revelar à Nação suas intenções autoritárias. A bem da verdade, decoro e respeito à ordem constitucional jamais foram traços do caráter do mau militar e do deputado medíocre. Por que haveriam de ser do presidente da República? O elevado cargo que ora ocupa não mudou a personalidade de Bolsonaro; foi ele quem rebaixou a Presidência para acomodá-la à sua estreiteza moral, cívica e intelectual.”

Ah, há, há! Nem a Hardy sou
Yat-lô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô… Ghi — …? Liberdade. Pois é. Repare não, mas acho que peguei o corona blues, e digo o que é isso na nota seguinte. E nem a hiena Hardy sou, a pobrezinha, coitada, que vive a rezingar: Oh dia!, oh  vida!, oh azar! A charmosa Hardy, aliás, me lembra o lindo samba do Nelson Cavaquinho: “Tire o seu sorriso do caminho/ que eu quero passar com minha dor…”. Helahoho! helahoho!

Liberdade e amizade
Mas a conversa era liberdade, ora bolas, num sentido que não chega às veias anais de (¡¡¹³)BolsonArgh(!!¹³). O coreano Byung-Chul Han, hoje o mais pop dos filósofos alemães, diz que a palavra germânica pra liberdade, Freiheit, significa “estar com amigos”. A etimologia de “liberdade” e “amigo” é a mesma. Han é autor de obras como A sociedade do cansaço (2010) e do recém-lançado e inédito no Brasil La desaparición de los rituales (O desaparecimento dos rituais), na tradução espanhola. Ele conta nesta entrevista que os coreanos chamam corona blues à depressão causada pela pandemia. Crítico afiado do neoliberalismo, ele diz que o distanciamento social agrava um dos males da matriz econômica mais ou menos dominante de nossa era: O fim dos rituais.

Senso comunitário
Ritos como celebrações, jogos coletivos e cultos ajudavam a nos distanciar de nossos próprios egos, mas estão sumindo da face da terra, lamenta o filósofo. Até a guerra, antes equivalente em perda e sofrimento humano, agora é travada virtualmente, por meio de drones operados em consoles de jogos eletrônicos. Han se diz ateu, mas gosta de assistir à missa católica. “Quando me deixo embriagar pelos cânticos, a música do órgão e o aroma do incenso me esqueço de mim mesmo, do meu ego, e experimento uma bonita sensação de comunidade”, confessa. Com os rituais, desaparecem as comunidades e o senso comunitário. Vivemos à mercê das novas máquinas da inteligência artificial, que ordenam e guiam compras e desejos.

Conexão, vínculo e egolatria
Para Han, o dataísmo — termo derivado de Big Data, a infraestrutura informática de controle e organização do mundo atual — é um “conhecimento pornográfico que anula o pensamento”, ou seja, o caráter erótico do pensamento (na acepção de heideggeriana). “Não existe um pensamento baseado em dados”, ele diz, exceto cálculo.  A digitalização deu na atual era da hipercomunicação, que nos permitir estar cada vez mais conectados. “Mas essa interconexão não traz consigo mais vinculação nem mais proximidade”, diagnostica Han. “E a redes sociais também acabam com a dimensão social ao fixar a centralidade do ego.” 

Arte da associação
A desritualização, vendo o problema por outro ângulo, afeta a própria democracia. O professor de ciência política João Pereira Coutinho, ao reler o filósofo francês Alexis de Tocqueville e sua obra A democracia na América (1835-40), lembra na Folha que “os maiores inimigos da liberdade são a centralização do poder e o individualismo excessivo”. E que a “arte da associação tempera esses dois demônios”.

Leite derramado
Acho elegante a diatribe de Byung-Chul Han, que não é qualquer lenga-lenga, contra o estado da vida e das ideias no mundo contemporâneo. Mas, em boa medida, essa alta expressão filosófica empacota o mais prosaico leite derramado. O mundo está embicado no futuro de maneira irreversível. Mas o pior é que o pensamento crítico já não diz nada a ninguém. Algoritmos é que dizem. Não há missa, messe ou quermesse que possam nos restituir os antigos sentidos de comunidade reclamado por Han.

A última selfie
Quando um enorme meteoro se agigantar ao se aproximar da terra, teremos no Instagram um festival de selfies tiradas contra as chamas do astro ao fundo, até um segundo antes do choque fatal. Helahoho! helahoho!

Viés da unhaca
“Cada um tem seus seis meses”, diz o ditado citado por João Guimarães Rosa em A hora e vez de Augusto Matraga.  O capiau do conto ignora a chegada do azar, da unhaca. Matraga não quer saber de passar umas “rodadas sem jogar, fazendo umas férias na vida: viagem, mudança, ou qualquer coisa ensossa, para esperar o cumprimento do ditado.” Ele parte decidido e a galope pra achar seu destino, e então ser arrebentado pelos capangas do seu inimigo (“— Frecha, povo! Desmancha!” — ordena o Major). Seremos todos uns capiaus planetários?, a seguir garbosamente o viés da unhaca (palavra que Rosa parece ter como sinônimo de inhaca).

Vírus
“E se o ser humano é o vírus do Planeta Terra”, imagina o cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, vencedor do Festival de Cannes com Assunto de família (2018), disponível no Netflix. Nesse caso, pobre Terra, e oh vida! Oh dor!


Cereja do bolo
Byung-Chul Han também se mostra cético sobre o sucesso da “vigilância biopolítica” contra o vírus por meio do distanciamento social e do monitoramento eletrônico dos corpos, como faz o estado policial chinês. Pra enfatizar nossa fragilidade como espécie, o coreano germanófilo recorre ao paleontólogo norte-americano Andrew Knoll, para quem o ser humano é “apenas a cereja do bolo da evolução”:

“A verdadeira torta se compõe de bactérias e vírus que ameaçam atravessar qualquer superfície frágil, e inclusive reconquistá-la a qualquer momento”.

Apocalipse de novo
O catedrático emérito da London School of Economics John Gray compara [no artigo O apocalipse agora — versões em português aqui e em inglês, aberto, do UnHerd, acolá] o mundo que surgirá da pandemia à ordem despertada pela Guerra Civil Russa (1917-1920). O apocalipse também pode ser visto, diz ele, como a passagem abruta pra uma situação que era inimaginável. Desde o impacto do terrorismo, continua Gray, a lembrar as memórias de Stefan Zweig [sobre a civilização destroçada pela Primeira Guerra Mundial], perdemos “o mundo da segurança”. Quem há de negar? Meio piadista, ele recorre ao Houellebecq:

“Hoje nos encontramos em um momento semelhante. Depois do confinamento, nós não vamos acordar no mesmo mundo de antes e achá-lo só um pouco pior, como afirmou o provocador escritor francês Michel Houellebecq (para quem o vírus é ‘banal’ porque ‘nem sequer se transmite sexualmente’; na verdade, alguns estudos recentes indicam que talvez se transmita através do sêmen).”

Novo apocalipse
As previsões de Gray são deveras apocalípticas. Mas não há nada de novo sob o sol. “À medida que a vida de antes da covid-19 se apagar na história, grandes segmentos das classes profissionais se encontrarão com uma experiência similar à dos que passaram a ser ex-pessoas [aludindo aos aristocratas e cúlaques na Revolução Russa e aos judeus no Holocausto] nas bruscas mudanças históricas do século passado. A burguesia remanescente não tem por que temer a fome nem os campos de concentração, mas o mundo onde viveram está se desvanecendo perante seus olhos. O que estão experimentando não é nada de novo. A história é uma sucessão de apocalipses deste tipo e, por enquanto, este é mais suave que a maioria.”

Apocalipse now
Violência e a história da desigualdade – Da Idade da Pedra ao século XX (editora Zahar) do austríaco Walter Scheidel trata do abismo entre ricos e pobres ao longo da história humana. Diz o autor que apenas rupturas violentas conseguem aproximar o andar de baixo do andar de cima, nos termos do jornalista Elio Gaspari. Scheidel chama as guerras com mobilização em massa, as revoluções transformadoras, as falências do Estado e as pandemias letais de Os Quatro Cavaleiros do Nivelamento. O El País Brasil publicou um trecho inicial do livro. A Covid-19 não será uma niveladora como foi a Peste Negra, Scheidel vaticina nesta entrevista ao Estadão. Vai um trecho:  

“Há alguma perspectiva de que a atual pandemia provocada pelo novo coronavírus traga efeitos similares de redução de desigualdades ao das grandes epidemias do passado?
Estou muito cético quanto a isso por várias razões. O maior motivo é que a atual pandemia será muito menos severa em termos de mortalidade do que as grandes pestes do passado. Mesmo no pior cenário, a mortalidade será muito menor, em termos de porcentagem da população, e deve afetar ainda menos a força de trabalho, porque a maioria das vítimas são pessoas mais velhas. Salários não devem subir como resultado dessa pandemia, porque a mão-de-obra não se tornará escassa. Então esse efeito não deve aparecer desta vez. Há uma grande quantidade de motivos para crer que a pandemia deve aumentar em vez de reduzir a desigualdade, pelo menos a curto prazo, o que já estamos testemunhando. Há certos grupos de pessoas que estão relativamente protegidas, seus empregos estão seguros, eles podem continuar a trabalhar, e outras pessoas que estão muito mais expostas em determinados setores ou perdendo seus empregos. Então o desemprego está mal distribuído pela população, como resultado disso a disparidade deve aumentar. Você a vê entre crianças e estudantes, alguns capazes de estudar online e outros sem acesso a esses recursos, e isso deve aumentar as injustiças educacionais também. Na crise de 2008, os ricos perderam inicialmente porque o valor de seus investimentos decaiu, mas eles os recuperaram em um período razoavelmente curto de tempo. Já se vê tendências semelhantes nas bolsas de valores, que não estão indo tão mal, então há uma boa chance [de] que, mais uma vez, os ricos se recuperem mais rapidamente que a maioria da população. Isso deve aumentar a desigualdade. Então ainda que haja algum potencial de nivelamento, isso depende de como políticos, legisladores e eleitores responderão a essa crise e seus efeitos. […].”

Com Paulinho da Vila (Rio de Janeiro, RJ, 1942 -) em Prisma luminoso, dele e José Carlos Capinan (Esplanada, BA, 1941 – ), última faixa (lado A) do disco de 1983 que leva o mesmo nome.

Paulinho é dado ao que chamo samba filosófico ou samba sábio, na tradição de Noel Rosa. Na letra, prisma luminoso é o pranto, e a “lágrima é água, é puro sal/ E foi desse cristal/ Que a vida começou no mar/ Viver é tempestade e calmaria/ Sofrendo a gente aprende a navegar,/ um dia.” A modulação em “um dia” é um brinco de pérola na orelha da moça de Vermeer.

Joga o suposto aprendizado com o sofrimento pro futuro, um quem sabe, a ver… Da mesma categoria é Solução de vida (molejo dialético), parceria dele com o poeta Ferreira Gullar (São Luís, MA, 1930 -Rio de Janeiro – RJ, 2016), faixa de Bebadosamba (1996), um dos melhores discos da MPB de todos os tempos.

A dialética (que mora na filosofia) da letra brinca com a oposição entre as ideias de paixão e razão pra chegar a uma (im)possível síntese, ao concluir que: “[…] Ambas têm seu lugar/ E por isso eu lhe digo/ Que não é preciso/ Buscar solução para a vida/ Ela não é uma equação/ Não tem que ser resolvida/ A vida, portanto, meu caro/ Não tem solução”. Helahoho! helahoho!


Berlim revisitada no meu sofá
Vejo Counterpart, na Claro Vídeo, série que mistura suspense, ficção científica e espionagem. Não deve fazer história entre as melhores do gênero, mas é boa diversão. No fim dos anos 1980 a Terra é dividida em dois mundos paralelos, onde os seres humanos são duplicados. Em um prédio em Berlim surge uma misteriosa passagem secreta entre um mundo e outro. Tenho revisitado com muito gosto ruas e cafés da capital alemã, deitado em meu sofá sob cobertores; faz frio pra valer no Belo estes dias. O elenco da produção tem vários e bons atores britânicos, a começar da irresistível Olivia Williams, que faz uma ótima dupla, ou quádrupla, já que cada um tem seu doppelgänger, com o versátil J.K. Simmons, de Law & Order e do longa Whiplash. Espia só o trailer. Ah, um dos lados do mundo duplicado perdeu um quarto da população por uma pandemia de gripe, aparentemente suína. As ruas e o comércio ficaram desertos, e ninguém pode andar na rua sem máscara. A culpa pela disseminação do vírus é atribuído aos inimigos do outro lado, daí a confusão. Te parece familiar? A série estreou originalmente em 2017.


Arte do lieder
Lieder, palavra alemã pra canção, também é um gênero musical clássico em que geralmente um cantor solo é acompanhado ao piano. Em mais um vídeo da magnífica série Celebrations, já sugerida nesta Ju, Barrie Kosky, o diretor da Komische Oper Berlin, ele próprio pianista, recebe o tenor Günter Papendell. Interpretam canções de Mendelssohn, Wolf and Mahler. Aproveite. Esses vídeos não devem permanecer muito tempo no YouTube.

Malkovich
No elenco de Space Force ao lado de Steve Carell, comédia seriada que a Netflix estreia nesta sexta-feira (29), o simpático John Malkovich conta nesta entrevista ao inglês The Guardian das perdas que sofreu nos últimos anos. Perdeu três irmãos na faixa dos 50 anos, perdeu peso, perdeu o cabelo e perdeu a fortuna (foi uma das vítimas do fraudador Bernie Madoff no escândalo revelado em 2008). Mas, ainda assim, se acha o mais sortudo dos homens.

Conversa com Bial
Agradeci a Santa Clara, padroeira da televisão, quando Pedro Bial largou a apresentação do execrável BBB. A TV brasileira teria de volta um grande jornalista, culto, agudo, grande texto e de ótimo humor. E teve. O Conversa com Bial, em nova temporada, é nosso melhor programa de entrevistas. Não se compara ao Programa do Jô, por certo, mas Bial é melhor entrevistador que nosso Gordo (efetivamente) genial.

Noite Morta

Noite morta.
Junto ao poste de iluminação
Os sapos engolem mosquitos.

Ninguém passa na estrada.
Nem um bêbado.

No entanto há seguramente por ela uma procissão de sombras.
Sombras de todos os que passaram.
Os que ainda vivem e os que já morreram.

O córrego chora.
A voz da noite . . .

(Não desta noite, mas de outra maior.)


Petrópolis, 1921

O rio

Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.

Petrópolis, 1948
Manuel Bandeira (Recife, PE, 1886 - Rio de Janeiro, RJ, 1968), em Estrela da vida inteira (Nova Fronteira, 2008). Sobre o poeta, recomendo este podcast da revista Quatro Cinco Um, uma conversa do editor Paulo Werneck com o crítico literário Davi Arrigucci Jr., autor do ensaio Humildade, paixão e morte: a poesiade Manuel Bandeira (Companhia das Letras, 1990). Arrigucci, nessa conversa, oferece uma deliciosa aula pra não-iniciados.


Yamandu & Salmaso. Uma beleza esta Entidade, canção de Yamandu Costa e Paulo César Pinheiro, com o violonista sete cordas e a cantora Mônica Salmaso. | Escarafunchando Roth. O pesquisador Jesse Tisch mergulhou no baú de correspondências e apontamentos de Philip Roth (1933-2018) e relacionou os achados à vida e obra do autor de O teatro de Sabbath. Na revista judaica Tablet (em inglês). | 12 séries. O The New York Times listou uma dúzia de grandes séries dirigidas por diretores de cinema consagrados na grande tela. David Lynch, Rainer Werner Fassbinder, Krzysztof Kieslowski, Lars von Trier, Jane Campion e Steven Soderbergh estão entre eles. | Blues do brabo. Eric Clapton and B.B. King – Rollin’ and Tumblin’. Da pesada essa prévia de um lançamento do selo Reprise. | Som e pintura. Esta animação de Bastien Dupriez interpreta em sinais, em pintura, Liza, música de George Gershwin (via Aeon). | Jazz cubano. O pianista e compositor Chucho Valdés numa canja enviada pela Blue Note Rio. Chucho manda Son XXI, peça de E. Ubieta. |



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