JU_99 | Ai que sofrência! Entenda

Opa! Vamos apear? Ora, vamos!

Ah, que sofrência!

A Ju não quer saber quem é Jão, mas agradece ao ex-caderno de ex-cultura da Folha de S. Paulo pelo esforço de reportagem. Gracias.

Obrigado também pela revelação do novo queridinho da “América” (do México à Terra do Fogo, portanto) Lin-Manuel Miranda. Passamos bem sem ele até aqui.

A artista britânica também teria plagiado Martinho da Vila e, dizem observadores de má índole, Zé Ramalho. Martinho e Zé nada têm de brega nem cantam sofrência; um é mais dado ao samba, devagar, devagarinho, outro à MPB lisérgica e profética.

Agora, a Ju pode jurar que não plagiou Adele, a mais linda (e lídima) representante do pop-sofrência internacional, ela que nos encantou com Skyfall. Entenda.

(Com este Entenda, vício do jornalismo online brasileiro, caço dúzia e meia de cliques, enganando os robôs e a inteligência artificial do Google).

Mas você quer entender mesmo? Quer nada.

Nada de sofrência. Amargo por amargo, dona Maria, basta a vida, nos ensinou dona Hilda, lá em casa.

Formei uma convicção: você, leitora, você, leitor, não está interessado na apresentação de nossas provas de que a Ju não plagiou Adele. E não guarda incontida volúpia de saber quem é Jão — astro que desponta para o anonimato — ao menos aqui, no meu reino, que não é deste mundo da sofrência (mas vassalo sou de João, Gilberto); a menos que (toc-toc-toc) sobrevenha outra tragédia. Mas a nação não merece nem suporta outro castigo de tal monta apocalíptica, cala-te boca.

Assim caminha o ex-jornalismo cultural e a mídia guiada pela ordenação algorítmica do Vale do Silício.

Nada podemos fazer para salvar as massas que, como diz Zé Ramalho há 41 anos, passam nos projetos do futuro, inclusive no futuro da vida digital, não é?

Êh, ôô.

Vamos em frente.

Ah, que sofrência.

Sofrência vã de lutar com as notícias, com a lenga-lenga do estar no mundo e sentir-se lúcido, nada frio, a buscar algumas (notícias) para o sustento espiritual e sair de mãos abanando, e desnutrido pelo sopão de letrinhas da civilização do espetáculo.

Hoje é (era, quando você me ler) terça-feira, 23 de novembro do ano nada gracioso de 2021, embora graça há, há de haver.

Lia esta manhã os jornais digitais e anotava destaques para trazer aqui algum comentário sem compromisso — à maneira do autodenominado Dream Team da GloboNews em Pauta. Entenda, então, se puder.

1. Entenda como a mineração pode salvar vidas

Está em processo de incubação na Câmara dos Deputados, num grupo de trabalho criado por Arthur Lira, o projeto de alteração no Código de Mineração. O relatório da deputada Greyce Elias (Avante-MG), que está para ser votado, propõe que a mineração seja considerada atividade de “utilidade pública”, de “interesse social” e “essencial à vida humana”.

Cristina Serra na coluna “Máquina de moer carne”, FSP, 23/11/2021

Em tese, só em tese, viu, Lira das Alagoas e Greyce das Gerais (tinha que haver algum representante das Minas dos Matos Gerais no negócio) deviam debater a reforma do Código com familiares das vítimas de Brumadinho e os sobreviventes de Bento Rodrigues, senão com um Itabirano que conheça o poeta Drummond e sua Máquina do mundo, sobretudo a noção parlamentar (com fundo filosófico) de que a mineração é “essencial à vida”. Mas para quê? Sabemos que o essencial para Lira e Greyce é o cascalho.

2.      Angela Merkel e Daniel Ortega governam democracias. Entenda

“Por que Angela Merkel pode ficar 16 anos no poder, e Daniel Ortega não? Por que Margaret Thatcher pode ficar 12 anos no poder, e Chávez não? Por que Felipe González pôde ficar 14 anos no poder?”

Ex-presidente Lula em entrevista ao diário El País, 20/11/2021

Ok. Ok. Ok. Ortega está para Angela Merkel, Thatcher e Gonzáles como a Nicarágua para a Alemanha, Reino Unido e a Espanha pós-franquista, e um tamanduá está para um bezerro de pedra sabão. Tudo bem. Mas isso, o ex-presidente, que vai nos redimir, sabe muito bem, sobejamente como dizia-se nos velhos tempos. Lula-Sassá Mutema nega o que tem para negar, sendo o negacionismo de esquerda milagrosa vacina contra autocrítica. Agora, você sabe, eu sei, essa notícia, no fundo bem fundo concorre como a assunção de Jão ao estrelato da sofrência, seguindo os passos de Cazuza (conforme a Folha) e com a possibilidade de esta Ju ter plagiado Adele (linda diva do pop-sofrência internacional de autoajuda). O Zuckerberg, o Steve Bannon e o filósofo Olavo, indaga-se nalgum canto, acompanham o relator?

3. Por que a China é a luz do mundo. Entenda

“A China representa uma luz nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”, disse a ex-presidente, durante debate do lançamento do livro “China, o Socialismo do Século 21” (editora Boitempo).

Ex-presidente Dilma, na FSP, 23/11/2021

Entendeu? É difícil, eu sei.

Ah que sofrência. Sofrer é da vida, eu já me convenci, como canta o Ismael. Sofrer é da vida, enquanto vida há. Todos nós, ocidentais decadentes em nossas Sodomas e Gomorras, temos demais a aprender com o camarada Xi Jinping. O povo uigur também. E nada como a liberdade de imprensa na China, tão apreciada pelos defensores do “controle social da mídia” (que nunca leram ou lerão Stuart Mill). Ô Adele, ô Jão, ô Lin-Manuel Miranda, um de vocês bem que podia me fazer o favor? de encaminhar à amiga comum Dilma do Ventos Estocados Rousseff esta reportagem enlaçada para presente: ‘Objetivo deles é destruir todo mundo’: uigures em campos de ‘reeducação’ na China relatam estupros sistemáticos. Ou quem sabe também isto aqui, notinha de nossa lavra, da Ju#76:

China orwelliana
O governo chinês continua a reprimir a minoria muçulmana uigur, não há novidade nisso, e eis a questão. Uma das frentes da política oficial impede o nascimento de crianças entre o grupo étnico. Mulheres são forçadas a implantar contraceptivos, e uma ginecologista que realiza o procedimento de retirada de um DIU é condenada a seis anos de cadeia; o marido que a engravida pega dez anos, e para seu lugar, em casa e no leito conjugal, é enviado um homem da maioria étnica Han. Crianças e adolescentes são rotineiramente encerrados em campos de concentração para serem “reeducados”. São relatos atualizados recentemente por Nicholas Kristof em sua coluna no New York Times. Os Estados Unidos e outras democracias ocidentais silenciam. Quanto ao resto do mundo, longe dos olhos fechados, longe do coração. Como escreve Richard Bradford na introdução de sua biografia de George Orwell: “Mas erradicamos o pesadelo de 1984 não é mesmo? Pelo contrário. Como parceiros no comércio global, estendemos nossas tigelas de pedintes para a China, cujo Partido Comunista no poder poderia muito bem ter usado o romance de Orwell como um manual de instruções.”

Mas chega de sofrência! Vamos todos dançar o miudinho. 

Hela-hô-hôôô… helahô-Hôôôô Yat-lô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô… Ghi — …?


Mapa-múndi gravado por Johannes Schnitzer (1482) a partir das tabelas do tratado Introdução à Geografia de Cláudio Ptolomeu, c. de 1780. Licença Wikimedia Commons  
Adão e Eva: pintura no interior da Igreja Abreha e Atsbeha, na Etiópia. Foto: Bernard Gagnon, licença Wikimedia Commons

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Jurupoca_99 – 26/11 a 2/12/2021
Hebdomadário de cultura, ideias e
alguma lenga-lenga sobre a desordem do mundo


(Foto do alto) Adele por Kristopher Harris, 16/08/2016. Licença Wikimedia Commons.


| MÍNIMAS & SEMÍNIMAS |

Saúdo o companheiro Zé Ramalho

Caiu no Enem. Os meninos devem ter se sentido tontos com tanta MPB na prova (Zé, Gonzaguinha, Chico). É que hoje, a me fiar nos destaques dos ex-cadernos culturais (e nas organizações Globo, e no Twitter etc.), só há sofrência e sertanejo na Terra. Chove sofrência sobre todos nós e as gotas da tempestade se confundem com meu pranto amargo e sofrente. As barragens estão cheias de sofrência líquida, energia potencial que move as usinas da indústria cultural e atende à preferência nacional e dos povos. 

Superprodução (dirigida pelo cineasta Ivan Cardoso) bancada pelo cantautor: Xuxa Lopes, Zé do Caixão, Zé Ramalho, Monica Schmidt, Satã e Hélio Oiticica de parangolé em foto do LP A peleja do diabo com o dono do céu


Êh, ôô

Sei do Zé. Nem é de hoje não [vide nota O corpo e o sangue da arte de Zé Ramalho em Beira-mar, na Ju#55]. E sei algo de Admirável mundo novo, sucesso do LP de 1979 A peleja do diabo com o dono do céu. Toquei muito essa moda no violão, seus acordes, e entoava sem desafinar muito, êh, ôo, vida de gado/ povo marcado!/ êh/ povo feliz! Mas não vou responder questão do Enem aqui. Vou pela polissemia da canção do poeta-profeta paraibano de Brejo da Cruz, que aboia: “Vocês que fazem parte dessa massa/ Que passa nos projetos do futuro”. Que projetos do futuro deparamos por agora? Ora, vá perguntar ao Zuckerberg, o Oráculo do Metaverso. Vá procurar saber com os anjos tronchos do Vale do Silício, com o Bezos da trozoba voadora. Nada sei do futuro, a não ser que será mais quentinho.


Meu treponema não é pálido nem viscoso

A Vila do Sossego do Zé é um barato. Deviam ter botado no Enem também. Adolescentes, aprendemos com o poeta paraibano que “Que nas torturas toda carne se trai/ Que normalmente, comumente, fatalmente, felizmente/ Displicentemente o nervo se contrai/ Oh, com precisão”. O vídeo oficial da música no Youtube batia na terça-feira (23) em 6,3 milhões de tocadas. Claro, não é páreo para a sofrência. Mesmo assim é qualquer coisa grandiosa.


Colaboracionismo de agora

O colaboracionista do nazismo na França ocupada por  Hitler (de nome legião) se movia por medo, oportunismo e convicção. A linha que separava o “colabô” do resistente nem sempre era clara, como conta Alan Riding em seu livro, citado na Ju anterior. Os colaboradores mais convictos eram antissemitas furiosos, e vários, como o romancista Céline, no grau superior da hidrofobia. Mas é fato que a vida simplesmente continuou, de 1940 a 1944,  para muita gente dentro da possível normalidade, com reza, trabalho e diversão, muita diversão: música, ópera, cinema, teatro, leitura, exposições artísticas e comida fina (do mercado negro), em Paris e grandes cidades como Nice e Marselha — para quem tinha seu com quê. O que chamamos pomposamente de História só acontece depois. É incrível! No presente é diferente. Isso ajuda a entender a normalização ou naturalização ou — na expressão de Ruy Castro, o empazuellamento do Brasil — do governo de Sua Excrescência, empurrado goela abaixo das instituições, verdadeiro estupro. Colaboracionista de agora são aparentados daqueles de França, e os extremistas do negacionismo de direita de hoje, do antissemitismo homicida que deu as costas, se não celebrou, o Holocausto, a Shoah.

*

A propósito, o colunista Conrado Hübner Mendes fez cinco apostas públicas com o PGR colaboracionista. As cinco apontam para, digamos, a dejeção da CPI do Senado. Caso seja o perdedor, o professor de Direito Constitucional da USP oferece cinco livros a Aras como paga:

Discurso da Servidão Voluntária” (La Boétie); “História de uma Covardia” (Mauricio de Lacerda, que descreve o estado de sítio que o levou ao encarceramento nos anos 1920); “Pulhas de Batina” (Francisco da Silva). E dois livros inspiradores sobre a vanguarda da colaboração premiada no século 20: “Os Colaboradores de Hitler” (Philip Morgan); “Perpetrando o Holocausto: Líderes, Facilitadores e Colaboradores” (Paul Bartrop e Eve Grimm).

Conrado Hübner Mendes em “Faço uma aposta com Aras”, FSP, 25/11/2001

O Pato nu

O chileno Ariel Dorfman celebra no El País o cinquentenário de Para ler o Pato Donald, ensaio que escreveu com o sociólogo belga Armand Mattelart, lançado dois anos antes do golpe do general Augusto Pinochet, em 1973. O livro se tornou uma espécie de manual (entre tantos) da esquerda sobre como desmascarar a ideologia do capital e do imperialismo e se sentir por cima da carne seca da burguesia tapada e vendida. Os autores desnudavam a inocência dos personagens de Walt Disney para revelar como o dinheiro e a acumulação ordenavam a vida e a história dos bichos em Patópolis. Nas escolas de jornalismo, citávamos o título de boca cheia. A noção marxista de ideologia era o abracadabra que nos franqueava o acesso às engrenagens do mundo. Nossas cabecinhas ocas se sentiam mais iluminadas. Dorfman é otimista sobre a vitalidade de sua cria com Mattelart, hoje cinquentona, mas escreveu seu artigo antes do resultado das eleições no Chile no último domingo, que guindou ao segundo turno o ultradireitista José Antonio Kast:

“Embora nosso panfleto padeça de limitações próprias da época em que nasceu, acredito que tenha algo a oferecer em um momento em que grandes movimentos sociais questionam o modelo neoliberal, que tanto gerou desigualdades e injustiças. Diante da nova necessidade de refundar a sociedade, o que mais resgato hoje de Para ler o Pato Donald é seu atrevimento, seu senso de humor, a energia rebelde que um povo em marcha nos deu, qualidades que se observam neste momento no Chile, onde , coincidindo estranhamente com o quinquagésimo aniversário do nosso livro, o primeiro turno das eleições presidenciais está prestes a ser realizado.”

Ariel Dorfman na edição espanhola do El País, 18/11/2021.

Rever filmes: Tinker Tailor Soldier Spy

Ouvimos o fraseado melancólico de um clarinete, ou oboé?, sei lá. Estamos no começo dos anos 1970 e nos recessos mais secretos da Guerra Fria. O espião inglês Jim Prideaux (Mark Strong) é enviado a Budapeste para contatar um general dissidente. Ele chega à capital húngara e logo o vemos à mesa exterior um café com o agente que o recebera, à espera do general. O garçom que os serve é só nervos e sua em bicas. Uma gota de suor pinga-lhe do rosto. Prideaux manja a cena e percebe que caiu numa arapuca da contrainteligência. Ele se levanta abruptamente para tentar escapar. É tarde. Ouvem-se gritos. O tal garçom saca uma pistola e o acerta nas costas. Ouvem-se tiros. A mulher que amamentava na calçada, acomodada a dois metros da cena, fora atingida mortalmente por um dos disparo.  O bebê ainda lhe suga o peito. É o começo arrebatador de O espião que sabia demais (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011), fita baseado no romance John Le Carré, com Gary Oldman no papel do lendário George Smiley, herói recorrente na obra de Carré. Sempre achei, como aliás George Steiner, que o cinema é uma grande arte perecível. Se a contínua releitura de um grande livro ainda o enriquece, o impacto (pathos) de um grande filme se dissolve na terceira ou quarta vez que o assistimos. Há exceções. Há filmes bem longevos, como esse dirigido por Tomas Alfredson, que não chega a ser um clássico do gênero, mas memorável é. O andamento lento e seguro, o silêncio a sublinhar o tempo emocional, as indiretas deixadas para o espectador atento, como os sinais da angústia de Smiley com a traição da mulher amada, a trilha sonora pontual e precisa, tudo é fluido e envolvente na narrativa. Mas o final acelerado, com os fatos se superpondo para explicar o destino dos traidores, expõe, por certo, a mão pesada da produção, da turma da grana. O ritmo da narrativa, que roçava a perfeição, subitamente é partido, desmerecendo uma sólida construção fílmica. Já a última sequência, com Julio Iglesias balindo um pouco em La mer, a célebre canção de Charles Trenet, recobra algo do clima noturno de antes, e acerta o tom da trama, mas já é um pouco tarde.


[A RÁDIO SIUTÔNIO APRESENTA: 1001 CANÇÕES BRASILEIRAS]

 A Rádio Siutônio, você sabe, é aquela bosta/ Afinal, toca exclusivamente o que gosta/ E prefere mil vezes o olor de velhos percevejos/ A ouvir um acorde de novos sertanejos/ Tal como ganhar na fuça o balaço dum tanque/ A aturar um segundo de pancadão pornofunk/ Mas se ainda assim foi bom pra você, ouvinte irmão, /Seja muito bem-vindo à nossa programação

Muito além da sofrência

Há vida, profunda, intensa e luminosa na música além da sofrência, numa realidade paralela ao mundo onde só vale e, portanto, existe, a moeda viral. Desgraçadamente esse é um segredo guardado de muita, de tanta gente. Os ex-cadernos de cultura e as Organizações Globo é que não vão revelá-lo ao público, num país de grande deseducação e indigência cultural. Mas a Jurupoca, com seus milhões de visualizações (Hela-hô-hôôô… helahô-Hôôôô Yat-lô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô… Ghi —), não esconde nada da freguesia. Um exemplo? Esta cantora fabulosa, a soprano austríaco Anna Prohaska. A série alemã exibida na pandemia Momento Musical, produzida pelo no canal Film & Arts, é outro precioso segredo. O programa com a artista, acompanhada  pelo pianista Caspar Frantz, é uma beleza do primeiro ao último número. Ela canta canções de Schumann, Schubert, Kurt Weil (um poema musicado de Walt Whitman), e uma ária de Puccini. Segue o vídeo na íntegra e o recorte de um momento especial do programa: a interpretação de Das Wirtshaus (poema de Wilhelm Müller), de Schubert, lied do ciclo Winterreise, No outro vídeo, Prohaska mostra que também manda bem com Villa-Lobos.


Improviso luminoso

Este 1X0 (Pixinguinha e Benedito Lacerda) improvisado e jazzístico reuniu nosso Hamilton de Holanda, o lendário clarinetista cubano Paquito D’Rivera, o pianista espanhol Chano Rodriguez e o saxofonista norte-americano Chris Potter, no Teatro Colsubsidio em Bogotá. Uma festa. A grande música é encantatória e universal. E o gênio de Pixinguinha anda por aí, vivinho da silva, outro segredo escondido, por falar nisso.  


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