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Perdidos no espaço analógico

A nova edição da Jurupoca começa com a história de uma cartinha analógica que perseguia um “buraco de minhoca” para chegar ao mundo digital. Segue com a tentativa de um alien de regressar ao Facebook e esta sensacional e imperativa descoberta do ex-caderno de ex-cultura da “Folha”: “Saiba como o Insta está mudando o mundo para melhor”. No Intervalo, a versão irresistível de Paula Toller para “E o mundo não se acabou”, clássico samba-choro de Assis Valente. Isso pra começo de conversa, ou quase. A Ju emagreceu sem nenhum regime além das circunstâncias. Opa! Vamos apear? Ora, vamos!